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No réveillon de 1990, meu irmão mais velho disse: “André, meu filhão (me chama assim até hoje, porque é 17 anos mais velho), essa década é tua, vai fazer vestibular e se formar!”, isso me assustou. Não tinha ideia do que faria, tinha só 13 anos.

Depois disso, comecei a planejar, devagarzinho; criar sonhos mesmo sem ter certezas. Passei em Direito na UFPA (Universidade Federal do Pará), lá fiz amizades que resistem à ferrugem do tempo.

Ao me formar, em 2000, me vi meio que perdido. Não sentia preparado para nada. A primeira “peia” veio na reprovação da segunda fase da prova da Ordem, por ter identificado o meu “pedido de fiança” (assinei a minha petição). Precisava de um reforço – não tinha estudado o suficiente na faculdade. Fui para são Paulo (afinal, não existiam os cursos on-line) e estudei tudo que não havia estudado na faculdade. Mesmo assim, reprovei por mais 2 vezes.

Em 2001, finalmente fui aprovado na Ordem em São Paulo e, liso, voltei para Belém, minha cidade natal, casa do papai e da mamãe – já tinha acabado a minha década, e nada!
Ainda sonhando!

Comecei a advogar, a me apaixonar pelo direito – a prática jurídica me seduziu! Juntei clientes, mas não tinha estabilidade monetária. Precisava me esforçar mais!

Em 2004, comecei a dar aulas, sofrido e suado, mas maravilhado por espalhar o pouco que sabia, por motivar os alunos, principalmente o pessoal da noite que já ia cansado para a faculdade.

Neste ano, encontrei o meu amor: a minha parceira Luana – minha ‘vidoca’ – que me motivou mais ainda. Queria ela para sempre. Queria casar com ela, mas “quem quer casar, quer casa” e o que ganhava ainda não era suficiente!

Diminui o ritmo da advocacia e voltei a estudar, quatro, oito, dez horas por dia – sem sábado e domingo (de vez em quando, tomava umas boas geladas, porque ninguém é de ferro!).
Vida de concurseiro é assim, muitas reprovações, desmotivações, mas, persisti!

Sonhei mais um pouco e mirei no concurso mais perfeito para mim, o da Procurador do Estado do Amapá (PGE/AP), e graças a Deus, minha vidoca e família, fui aprovado, e hoje, exerço há 10 anos essa atividade com muito orgulho, mas até hoje ainda sonho…

 

O “EM DIREITO” é mais um sonho que quero apresentar a vocês. Desejo que este seja capaz de motivar, apoiar a todos que se identificaram com o que já leram, pois o meu foco é informar a todos sobre as inovações, os concursos e mercado em direto, em especial aos bacharéis, sempre de forma descomplicada e direta.

 

Espero que gostem dos conteúdos e sigam comigo nesta jornada que, de sonho, agora passa a se concretizar. Vem junto!

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